O Nelo e a Isabel foram ao médico com os respectivos donos.
Depois de os questionar esta manhã sobre a visita de ontem, obtive respostas bastante curiosas.
Diz ela que, o que mais gostou, foi das línguas-de-gato que eu levava no bolso e da música do Panda na fila de espera para entrar (ela tinha ido com a escola há dias por isso já não era novidade).
Já ele, gostou de tudo. Mas a máquina do RX e radiografia do seu boneco deixaram-no maravilhado.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
domingo, 29 de novembro de 2015
Londres, here we go!
Quis o destino* que fossemos a Londres mais cedo do que prevíamos.
E estamos tão felizes.
sábado, 28 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
De Londres com amor
O Pedro é o meu cunhado.
E o tio dos meus filhos.
E a razão das lágrimas de ontem de manhã.
Infelizmente (ou felizmente), não conseguiu (ainda) vingar no nosso país e, por isso, viajou com todo o seu talento e garra para terras de sua majestade.
Quando lhe pedi, no âmbito de um projeto sobre Londres que está a ocorrer na sala do António, que partilhasse connosco informação sobre a sua nova cidade, foi isto que ele fez.
Sem palavras.
Obrigada.
De Portugal com amor
E o tio dos meus filhos.
E a razão das lágrimas de ontem de manhã.
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| fotografia daqui |
Infelizmente (ou felizmente), não conseguiu (ainda) vingar no nosso país e, por isso, viajou com todo o seu talento e garra para terras de sua majestade.
Quando lhe pedi, no âmbito de um projeto sobre Londres que está a ocorrer na sala do António, que partilhasse connosco informação sobre a sua nova cidade, foi isto que ele fez.
Sem palavras.
Obrigada.
De Portugal com amor
No trânsito
domingo, 22 de novembro de 2015
"Olha a Rita saiu à noite!"
Desde que fui mãe a minha vida social nocturna ficou um bocado posta de parte.
Bom, não foi um bocado. Foi toda.
Culpa minha que nunca consegui libertar-me dos miúdos sem pensar que algo de mal lhes está a acontecer e que não conseguem estar sem mim.
Felizmente que tudo tem o seu tempo e, ultimamente, já me consigo libertar, deixar os miúdos e desfrutar dos momentos sem filhos.
Ontem foi um desses dias.
E que bom que foi.
Adormecer
Todas as noites, antes de adormecer, o cenário repete-se:
Dão beijinhos, deitam-se, apago as luzes e conto uma história.
Passado dois minutos ele adormece.
Ela não.
Fala, fala, fala.
Mando-a calar e ela cala-se. Trinta segundos. Depois volta à carga.
Hoje não pude deixar de registar os seus depoimentos:
-"Mãe, quero fazer um bebé pequenino um dia"
-"Mãe, já sei dizer língua. Olha aqui: Língua"
-"Mãe, tenho piolhos"
E é isto.
Dão beijinhos, deitam-se, apago as luzes e conto uma história.
Passado dois minutos ele adormece.
Ela não.
Fala, fala, fala.
Mando-a calar e ela cala-se. Trinta segundos. Depois volta à carga.
Hoje não pude deixar de registar os seus depoimentos:
-"Mãe, quero fazer um bebé pequenino um dia"
-"Mãe, já sei dizer língua. Olha aqui: Língua"
-"Mãe, tenho piolhos"
E é isto.
Trabalhos manuais
O Pai Natal não existe, mas eles não sabem.
E ainda bem.
Ela diz que tem medo.
Ele quer por a cama ao lado da janela para ver o Pai Natal na grande noite.
Chuva e frio lá fora, hoje foi a tarde ideal para escrever a tão desejada carta ao Pai Natal.
E ainda bem.
Ela diz que tem medo.
Ele quer por a cama ao lado da janela para ver o Pai Natal na grande noite.
Chuva e frio lá fora, hoje foi a tarde ideal para escrever a tão desejada carta ao Pai Natal.
P.S. Obrigada Pai Natal. Graças a ti, evitaram-se alguns maus comportamentos cá em casa:)
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Nesta casa há um gato
Nesta casa há um gato.
Um gato com muita sorte.
Um gato que só está bem ao pé de nós.
Nesta casa há miúdos.
Miúdos com muita sorte.
Miúdos que andam sempre à volta dele.
Um gato com muita sorte.
Um gato que só está bem ao pé de nós.
Nesta casa há miúdos.
Miúdos com muita sorte.
Miúdos que andam sempre à volta dele.
Nesta casa há colo.
Nesta casa há um gato.
O nosso gato.
Simão
domingo, 15 de novembro de 2015
sábado, 14 de novembro de 2015
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Fotografias de Natal
Afinal não falta assim tanto.
A época Natalícia está quase a chegar e, com ela, chegam os preparativos.
O nosso primeiro contacto natalício deste ano começou hoje. Todos os anos, em Novembro, o fotógrafo vai à escola fotografar os miúdos para as famosas fotos de Natal: bem coloridas e pomposas como manda a tradição.
Todos os anos visto os miúdos a rigor (q.b.) para o grande dia. Roupas mais formais e que raramente vestem no dia-a-dia. Eles sentem que é um dia especial e vão todos contentes.
Sinceramente, este tipo de fotografia não é o meu preferido mas é um clássico. Que o diga as avós e bisavós que adoram colecioná-las e enfeitar os móveis lá de casa com elas. Excepto a primeira fotografia do António, claro. Essa ninguém sabe dela. Ficou tão má (trust me) que a escondi de forma a nunca mais a encontrar. Felizmente que as seguintes melhoraram substancialmente!
Agora, é esperar por meados de Dezembro para ver como ficaram. Pelo menos, já me resolveram umas prendas de Natal.
Este ano foram assim:
(post escrito durante a incubação de uma hora do anticorpo secundário na técnica de ELISA.)
A época Natalícia está quase a chegar e, com ela, chegam os preparativos.
O nosso primeiro contacto natalício deste ano começou hoje. Todos os anos, em Novembro, o fotógrafo vai à escola fotografar os miúdos para as famosas fotos de Natal: bem coloridas e pomposas como manda a tradição.
Todos os anos visto os miúdos a rigor (q.b.) para o grande dia. Roupas mais formais e que raramente vestem no dia-a-dia. Eles sentem que é um dia especial e vão todos contentes.
Sinceramente, este tipo de fotografia não é o meu preferido mas é um clássico. Que o diga as avós e bisavós que adoram colecioná-las e enfeitar os móveis lá de casa com elas. Excepto a primeira fotografia do António, claro. Essa ninguém sabe dela. Ficou tão má (trust me) que a escondi de forma a nunca mais a encontrar. Felizmente que as seguintes melhoraram substancialmente!
Agora, é esperar por meados de Dezembro para ver como ficaram. Pelo menos, já me resolveram umas prendas de Natal.
Este ano foram assim:
Digam lá que não estão um mimo?
(post escrito durante a incubação de uma hora do anticorpo secundário na técnica de ELISA.)
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Manhãs
Todas as manhãs a história repete-se.
Primeiro despacho-me eu em silêncio para não os acordar.
Depois são eles.
Uns dias melhor, outros pior mas quase sempre a mesma coisa:
- " Despachem-se, comam, veste-te, venham lavar os dentes, vai-te calçar, não são as botas (para a Amélia, claro), vistam os casacos, vamos chegar atrasados, não podes levar isso para a escola, onde é que deixei o carro?..."
Primeiro despacho-me eu em silêncio para não os acordar.
Depois são eles.
Uns dias melhor, outros pior mas quase sempre a mesma coisa:
- " Despachem-se, comam, veste-te, venham lavar os dentes, vai-te calçar, não são as botas (para a Amélia, claro), vistam os casacos, vamos chegar atrasados, não podes levar isso para a escola, onde é que deixei o carro?..."
Às vezes, no meio da azáfama da manhã, consigo arranjar um tempo para os fotografar.
Esta foi tirada hoje com os óculos que o senhor da mercearia ofereceu.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Fim-de-semana romântico
Sábado.
Crianças nos avós. Pais sem filhos durante 24 horas.
Um sol maravilhoso. Uma temperatura fantástica.
Aqui está o único registo fotográfico desse dia:)
Porquê um blog?
Porque sim.
Porque me apetece.
Porque já estava na altura de ter um cantinho meu. Nosso.
Quem me conhece bem sabe o quanto adoro fotografar, passear e partilhar histórias com amigos, em particular, sobre o que me preenche mais: os meus dois filhos.
Porque me apetece.
Porque já estava na altura de ter um cantinho meu. Nosso.
Quem me conhece bem sabe o quanto adoro fotografar, passear e partilhar histórias com amigos, em particular, sobre o que me preenche mais: os meus dois filhos.
domingo, 8 de novembro de 2015
Introdução
Estou sentada no meu carro à espera que a miúda acorde da sesta. Já apanhei os lenços com ranho, os restos de bolacha e os pacotes vazios do chão. Passaram cinco minutos. Olho para ela. Ainda dorme.
“ E se começasse agora o tão desejado blog?”
E assim começa. Um espaço onde irei partilhar tudo o que me vai na alma.
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